Tel: (11) 97444-7665

KYM FIELD SCHOOLS FOR TROPICAL SAVANNA CLIMATE AFRICA

image
  • Projeto: 2015
  • Concurso Internacional de Projeto - Conceito Arquitetônico para KYM Field Schools for Tropical Savanna Climate of Africa
  • Localização: Burkina Faso
  • Sócio Responsável: Camila Bevilacqua
  • Coordenação: Camila Bevilacqua

Conexão com a comunidade local

O concurso buscava por ideias inovadoras no campo da arquitetura escolar com baixo impacto ambiental e baixo custo, para uma área geográfica da África: a savana. O local imaginado foi a parte rural da savana de Burkina Faso.

A proposta apresentada pela ARE tinha como objetivo uma maior conexão com a comunidade local, além de oferecer uma resposta à temperatura elevada da área e baixa quantidade de precipitação das savanas. Assim, os materiais escolhidos pela equipe foram o tijolo de barro, a corda e a madeira.

image
image

Arquitetura Escolar em Blocos

O projeto prevê três blocos separados que possibilitam às crianças se reunirem e brincarem. Dois dos blocos são salas de aulas; o outro, possui banheiros e sala dos professores.

Diminuição da Temperatura
A cobertura foi idealizada para trazer sombra extra e amenizar o calor. O piso de madeira, ajuda crianças e adultos a caminharem pelo local. As colunas de madeira e fundações de concretos são responsáveis por sustentarem toda a estrutura. As áreas internas seriam construídas in loco em tijolo de barro. Os vãos nas paredes criariam uma alvenaria semiaberta para a ventilação e a diminuição da temperatura.
image
image

Projeto Autossustentável

Além disso, o projeto é todo autossustentável, já que produz energia solar por meio de três painéis solares instalados e localizados na parte de cima de cada prédio. É o edifício do meio que recebe a distribuição da caixa d'água. Os sanitários, portanto, são localizados neste prédio, foram separados por gênero, ao lado do alojamento dos professores. Para os banheiros, a sugestão foi a de utilizar um protótipo já existente no Brasil, que consiste em substituir a água dos vasos por Carbonato de Cálcio. Misturado aos dejetos humanos, o carbonato perde a acidez tornando-se útil para nutrir o solo e reduzindo drasticamente o consumo de água, deixando a água dos poços apenas para beber e lavar as mãos.